jadekdd:

Esse é o primeiro capitulo do meu livro chamado “Se não der certo, a gente tenta outra vez… não tem problema!”. É um livro de auto-ajuda baseado nas experiências e idéias de Cristovão Colombo (Cris pros íntimos) na época em que ele viajou de barco pelo mundo.

Uma pequena descrição introdutória a…

Como é que tá?
-Como é que vai?
-Quanta saudade de você
-Eu já nem sei como é que é te abraçar
-Pois é, nem eu
-Eu ando bem, fui viajar
-Parei um pouco de beber
-Ontem pensei em te ligar
-Mas se esqueceu
-Pra você ver
-Mas e aí? Me conta mais
-Não mudei muito
-Eu mudei
-Cortei pra ver se fica bom
-Tá bom assim
-O seu também
-Ontem eu vi você passar
-Mas será mesmo que era eu?
-Creio que sim e além do mais você me viu
-Não, não era eu
-Será que eu posso perguntar?
-Mas que besteira, tudo bem
-Você às vezes pensa em mim?
-Às vezes não, ás vezes sim
-Vamos nos ver
-Vamos marcar
-Sexta que vem?
-Não dá pra ser
-Quando puder é só ligar
-Se eu demorar
-Foi bom te ver
1º postagem dê 2014. E eu não poderia saber de noticia melhor, fui aprovado no vestibular. Um curso ainda desconhecido meio obscuro porém estou com tamanha coragem e determinação na busca de um futuro acadêmico ainda bem incerto.
Sobre a “velha” vida amorosa  esse final de 2013 foi realmente surpreendente, confesso que me sentir completamente apaixonado por uma guria e de decair totalmente em segundos (como quem passa a vida construindo um lar  e subitamente é destruído pela triste e impiedosa chuva) com um ato de “traição” não dela, até pelo motivo de não termos nada, mas traição a minha mente que planejava mundos e fundos. Sabe, eu encontrava nela tudo o que eu gostava, nossa semelhança de gostos e modos era incrível. Mas em um ato, tudo desmoronou, doeu bastante, uma dor o qual nunca sentir antes. Mas eis que chega 2014 com uma bela festa com amigos novos, um vinho muito bem escolhido e logo depois a aprovação no vestibular. Mas antes de tudo, o 2014 me compareceu a sabedoria para entender que não devo criar expectativas por ninguém e que o amor vem das singularidades e nunca da igualdade. Confesso que ainda gosto dela, mas tudo pode muda. E qual a graça se não muda?. Termino com a seguinte frase que anda definindo minha vida
"O que for pra ser, será."
( Israel Oliveira ) 
* ficou uma bosta esse texto

1º postagem dê 2014. E eu não poderia saber de noticia melhor, fui aprovado no vestibular. Um curso ainda desconhecido meio obscuro porém estou com tamanha coragem e determinação na busca de um futuro acadêmico ainda bem incerto.

Sobre a “velha” vida amorosa  esse final de 2013 foi realmente surpreendente, confesso que me sentir completamente apaixonado por uma guria e de decair totalmente em segundos (como quem passa a vida construindo um lar  e subitamente é destruído pela triste e impiedosa chuva) com um ato de “traição” não dela, até pelo motivo de não termos nada, mas traição a minha mente que planejava mundos e fundos. Sabe, eu encontrava nela tudo o que eu gostava, nossa semelhança de gostos e modos era incrível. Mas em um ato, tudo desmoronou, doeu bastante, uma dor o qual nunca sentir antes. Mas eis que chega 2014 com uma bela festa com amigos novos, um vinho muito bem escolhido e logo depois a aprovação no vestibular. Mas antes de tudo, o 2014 me compareceu a sabedoria para entender que não devo criar expectativas por ninguém e que o amor vem das singularidades e nunca da igualdade. Confesso que ainda gosto dela, mas tudo pode muda. E qual a graça se não muda?. Termino com a seguinte frase que anda definindo minha vida

"O que for pra ser, será."

( Israel Oliveira

* ficou uma bosta esse texto

"Existem coisas que você não precisa dizer, seu olhar já deixa bem claro."
Odeio Rótulos. (via roteirou)

(Fonte: odeiorotulos, via cheirodegrama)

roy-ality:


Suicide Forest, Mount Fuji, Japan. 100 people a year commit suicide in these forests every year. They still find human remains years after the tragedy.

Japan is scary

roy-ality:

Suicide Forest, Mount Fuji, Japan. 100 people a year commit suicide in these forests every year. They still find human remains years after the tragedy.

Japan is scary

(Fonte: thiskidoli, via psicopata-doentio)

Depois dessas idas e vindas, tantas viagens que perdi a noção de quantas cidades,camas, almas eu já passei. Nessa ultima e curta viagem, Belo Horizonte, observando a fila de desembarque , me vem repentina frase “Eu sou um aeroporto.” Na verdade, todos nós independente de quantas viagens teve pela vida ou se nunca viajou ou até mesmo nunca viu um avião. Que outro lugar, senão um aeroporto, condensa sob o mesmo teto a alegria do encontro e a tristeza da despedida? Vejo pedaços de mim acima das nuvens, em logradouros distantes, em cidades inóspitas. Recebo, também, de todo lugar, pedaços do mundo que, como ímãs, aplicam-se sobre a minha pele e lá ficam para a posteridade, exibidos por onde passo.
Alguns têm a pista embrenhada entre matas, encoberta por nuvens de chuva, radares desligados ou intencionalmente sabotados. Tem gente que tem medo de avião.
Por medo das partidas, tem gente que não deixa ninguém chegar. São aeroportos fechados. No entanto, a gente só percebe o calor do abraço quando sente a dor de respirar o ar frio da solidão. Você brada aos céus toda sorte de impropérios, mas não percebe que vôo nenhum te encontra no radar.
Mais uma vez repito “Eu sou um aeroporto”. Chegadas e partidas são a única certeza na minha vida, seja lá de cidades ou de almas. Meus olhos estão virados pro futuro, focados na estrada que se prostra à minha frente. Encontro em mim, com igual facilidade, motivos para persistência ou para desistência. E continuar pra quê? Continuo com a força do que levo pra vida. O saldo positivo disso tudo é a quantidade de aviões que acolho em meus hangares. Pedaços de histórias que conto pra mim mesmo todo dia, enquanto ergo um tímido sorriso quase que instantâneo de realização.
(Israel Oliveira)

Depois dessas idas e vindas, tantas viagens que perdi a noção de quantas cidades,camas, almas eu já passei. Nessa ultima e curta viagem, Belo Horizonte, observando a fila de desembarque , me vem repentina frase “Eu sou um aeroporto.” Na verdade, todos nós independente de quantas viagens teve pela vida ou se nunca viajou ou até mesmo nunca viu um avião. Que outro lugar, senão um aeroporto, condensa sob o mesmo teto a alegria do encontro e a tristeza da despedida? Vejo pedaços de mim acima das nuvens, em logradouros distantes, em cidades inóspitas. Recebo, também, de todo lugar, pedaços do mundo que, como ímãs, aplicam-se sobre a minha pele e lá ficam para a posteridade, exibidos por onde passo.

Alguns têm a pista embrenhada entre matas, encoberta por nuvens de chuva, radares desligados ou intencionalmente sabotados. Tem gente que tem medo de avião.

Por medo das partidas, tem gente que não deixa ninguém chegar. São aeroportos fechados. No entanto, a gente só percebe o calor do abraço quando sente a dor de respirar o ar frio da solidão. Você brada aos céus toda sorte de impropérios, mas não percebe que vôo nenhum te encontra no radar.

Mais uma vez repito “Eu sou um aeroporto”. Chegadas e partidas são a única certeza na minha vida, seja lá de cidades ou de almas. Meus olhos estão virados pro futuro, focados na estrada que se prostra à minha frente. Encontro em mim, com igual facilidade, motivos para persistência ou para desistência. E continuar pra quê? Continuo com a força do que levo pra vida. O saldo positivo disso tudo é a quantidade de aviões que acolho em meus hangares. Pedaços de histórias que conto pra mim mesmo todo dia, enquanto ergo um tímido sorriso quase que instantâneo de realização.

(Israel Oliveira)

"Algumas pessoas vão lhe encher o saco. Vão bater na sua porta, e sentar numa cadeira, e consumir seu tempo sem lhe acrescentar nada. Quando muitas pessoas nulas aparecem e seguem aparecendo você tem que ser cruel com elas, pois elas estão sendo cruéis com você. Você tem que botá-las pra correr. Algumas pessoas que são tão interessantes por si só, só trazem energia e luz próprias, mas a maioria não tem serventia alguma, nem para você, nem para elas mesmas. Tolerar os embotados não é sinal de humanidade, apenas aumenta seu próprio embotamento, e eles sempre deixam um pouco desse peso com você quando vão embora."
Charles Bukowski  (via esvaziarse)

(Fonte: segredou, via esvaziarse)

A gente sempre acha, que por ter uma longa caminhada pelo mundo ou pelas vias locais, ou até mesmo por ter passado por diversas e adversas situações, adquirimos maturidade. Mesmo ar, uma casa velha, no mesmo lugar. No entanto, acumulam-se antiguidades, escritos, quadros velhos todos bem empoeirados e com teias de aranha, ficam guardados no quartinho lá fundo da alma, onde temos medo de mexer. Sempre tive medo de mudar ao ponto de definitivamente fechar a porta desse quartinho e jogar a chave fora, perceber que um pedaço do meu eu foi jogado fora e nunca mais vou me reconhecer. Então volto ao passado, aquele de anos atrás. A cada dia que se passa, voltamos a inicial do jogo da vida. Mas a fase é outra, mais difícil, imprevisível e com chances únicas que simplesmente não podemos consertar, caso erre. É o mundo ensinando que ainda não deixamos de ser imaturos feito criança. A diferença é que somos maiores que outrora, e em nossas cabeças há ainda mais espaço para mais e mais questionamentos. Quanto mais claro fica para mim a noção do que é certo, mais meus pés apontam para o obscuro caminho do absolutamente desconhecido. 

Não posso dizer que não gosto. Mas também não direi que tem sido simples. E o que é simples, em pleno final de 2013? 

Nos sentimos velhos demais para jogar tudo para cima e fugir. Nos vemos jovens demais para dar o próximo passo sem olhar para trás.
(Israel Oliveira)

A gente sempre acha, que por ter uma longa caminhada pelo mundo ou pelas vias locais, ou até mesmo por ter passado por diversas e adversas situações, adquirimos maturidade. Mesmo ar, uma casa velha, no mesmo lugar. No entanto, acumulam-se antiguidades, escritos, quadros velhos todos bem empoeirados e com teias de aranha, ficam guardados no quartinho lá fundo da alma, onde temos medo de mexer. Sempre tive medo de mudar ao ponto de definitivamente fechar a porta desse quartinho e jogar a chave fora, perceber que um pedaço do meu eu foi jogado fora e nunca mais vou me reconhecer. Então volto ao passado, aquele de anos atrás. A cada dia que se passa, voltamos a inicial do jogo da vida. Mas a fase é outra, mais difícil, imprevisível e com chances únicas que simplesmente não podemos consertar, caso erre. É o mundo ensinando que ainda não deixamos de ser imaturos feito criança. A diferença é que somos maiores que outrora, e em nossas cabeças há ainda mais espaço para mais e mais questionamentos. Quanto mais claro fica para mim a noção do que é certo, mais meus pés apontam para o obscuro caminho do absolutamente desconhecido. 

Não posso dizer que não gosto. Mas também não direi que tem sido simples. E o que é simples, em pleno final de 2013? 

Nos sentimos velhos demais para jogar tudo para cima e fugir. Nos vemos jovens demais para dar o próximo passo sem olhar para trás.

Vamos falar de medo. Existe as mais diversas formas de medos porém alguns são superáveis outros nem tanto, ultimamente ando tendo medo da vida de propriamente encarar a vida como ela é, não consigo engolir as demandas da vida sem pestanejar e nem muito menos fechar os olhos e fingir que está “tudo legal”, “tudo bem” e que pouco me importa a fragilidade dos outros, confesso que me incomodo com o “vazio” das outras pessoas  e quero obrigatoriamente preenche-lá, sendo que a pessoa nem queira, mas isso fica pra outra “milonga” no futuro. Percebo que estou sendo “empurrado” pra uma vida o qual nunca quis, Constantemente ando na rua e vejo aquele “amontoado” de pessoas de almas tão vazias que me causa uma Antropofobia, um medo repentino de viver, das pessoas, do futuro e de todas  as responsabilidades. Queria superar esse medo, sei que sozinho não consigo, mas quando compartilho ele (o medo), o mundo e todas as pessoas riem incontrolavelmente, e isso é insuportável. Talvez eu não seja o espermatozóde que venceu, fui apenas enganado com a promessa em que viver é bom.  

"Ah…vida real! Como é que eu troco de canal? Na hora da canção em que eles dizem “baby”,eu não soube o que dizer”

 

 (Israel Oliveira)

"Arranca metade do meu corpo, do meu coração, dos meus sonhos. Tira um pedaço de mim, qualquer coisa que me desfaça. Me recria, porque eu não suporto mais pertencer a tudo, mas não caber em lugar algum."
José Saramago (via dissolver-se)

(Fonte: um-so-coracao, via ocarteirosempoeta-deactivated20)

"Quem diz que me entende nunca quis saber"

Demorou para eu perceber que devo te apagar de vez, pois nossas memórias, não voltarão. Estou preso a esse passado, tentando sair em vão, quando penso que melhorei, ilusão, as recaídas são cada vez piores. Tu não faz nem ideia  de quantas noites eu passei em claro pensando em ti, quantas vezes eu apertei meu coração sentindo sua falta, não faz nem ideia dos textos que fiz pra ti, que estão guardados não em papeis mas na biblioteca da memoria,na esperança de um dia,mostrar pra você. É difícil compreender que você foi tão de repente, mas tenho que seguir, querendo ou não, te deixando em paz, mesmo meu mundo de cabeça para baixo ainda sentindo falta de teu ar

( Israel Oliveira )

Meu coração é fraco desfaz fácil te peço que não me aparece com outro do teu lado na minha frente que eu me desfaço em dois, as vezes da raiva até do amor; Me vejo em pé perdido em pensamentos enquanto eu travo ao tiver, parece até que eu nem me reconheço. A vida cobra um preço e eu pago com esse amor não correspondido; eu juro nunca mais te procurar,desapareço se você quiser, me suicido, te suicido em mim. 
( Israel Oliveira)


Meu coração é fraco desfaz fácil te peço que não me aparece com outro do teu lado na minha frente que eu me desfaço em dois, as vezes da raiva até do amor; Me vejo em pé perdido em pensamentos enquanto eu travo ao tiver, parece até que eu nem me reconheço. A vida cobra um preço e eu pago com esse amor não correspondido; eu juro nunca mais te procurar,desapareço se você quiser, me suicido, te suicido em mim. 

( Israel Oliveira)